Anotações perdidas do dia...


"Como o sol abre a corola da flor que a noite fechou, assim o amor
dará força
e alento ao coração endurecido pelas decepções da vida."
(Cardeal Suenens)

Diante disso é que eu tenho uma certeza: de que nem tudo está perdido e que ainda posso sonhar...

AbRrá!


Créditos da Imagem: Soleil Levant, Claude Monet.

14 commenti:

Luiz Guilherme { 31 de julho de 2008 21:07 }
Os sonhos são sim exclusividades do ser humano, fico feliz que ainda se reconheça como de nossa espécie (não que seja vantagem participar da única espécie do planeta em desequilíbrio que ainda resiste às respostas do meio em que vive).

Como disse hoje para um amigo, por mais que obstáculos surjam, vc pode mudar a sua trajetória e permanecer com a mesma meta, afinal quem controla nossa realidade somos exclusivamente nós mesmos...

Grande abraço e tudo de bom para ti xará.
Talvez eu conte... um dia. { 31 de julho de 2008 23:01 }
Sonhar, e principalmente recomeçar.
Pra frente é que se anda!!

beeijos
;*
Pedro { 1 de agosto de 2008 00:07 }
Sonhar sempre!
carla m. { 1 de agosto de 2008 08:34 }
oi Luifel!!!

engraçado, nunca vou conseguir te pensar como Luiz Felipe, que por sinal, é nome de um dos irmãos da Abrilina Decimanona, rsrsrsrsrs.

O pai dela, metade do meu objeto de estudo, era Domingos José de Almeida, mineiro, filho de português, comerciante que se radicou no Rio Grande de São Pedro nos idas de 1820, mais ou menos. Virou charqueador em 1824 em Pelotas, quando casa com minha outra metade objeto de estudo Bernardina Rodrigues Barcellos.

Pois é, e acredite que Abrilina não foi o único nome estranho que eles deram pros filhos, teve também Epaminondas, Pelópidas e Junius Brutus Cassius. Sem contar a filha que cuidou do pai na velhice, Custódia Margarida, essa, parece que teve o destino colocado no primeiro nome.

No mais, te tivessem seguido a tradição da família do meu pai, eu seria Ângela Catarina, nomes da minha avó paterna e materna. A tradição serve só par ao filho caçula, mas meus pais não optaram por mantê-la.

ih, acho que só essa resposta pra ti, já é início de um novo post...

beijo!
Mariana { 1 de agosto de 2008 16:50 }
Sim.. o amor dilui a carapaça dura das decepções... mas leva tempo. Eu acho..


bjs
Míope { 1 de agosto de 2008 20:05 }
Sonhar às vezes é muito perigoso, é uma via de mão dupla.

Só quem sabe sonhar, vive um sonho.

Abç!
Flor { 1 de agosto de 2008 21:05 }
Oii Luifel... tudo bem?
quero sonhar!
beijo
Raposa { 1 de agosto de 2008 23:21 }
Olá^^
Muito interessante você ter notado o detalhe da utilidade social da carrocinha. Na verdade a lei que está em votação para ser anulada regulamenta a carrocinha de modo a providenciar esterilização aos animais capturados, e não exterminá-los como antes era feito.
Mas bom você ter salientado isso.
Abraço!
Leonardo Werneck { 2 de agosto de 2008 01:46 }
Sonhar sim, mas não sempre!!!


Abraçao
carla m. { 2 de agosto de 2008 13:22 }
Luifel, querido, que indelicadeza de minha parte!

passei por aqui pra te responder e não disse que amo Monet!

E quanto a sonhar, faz bem, mas melhor é lutar e conseguir trazer os sonhos pra realidade.

Isso me fez pensar em Gandhi. Sugiro que procure ele. :)

beijão!
PULCRO { 2 de agosto de 2008 18:21 }
Sonha muito²



http://pulchro.blogspot.com/
Clecia { 3 de agosto de 2008 16:29 }
Bela imagem (Amo Monet!) e belo pensamento! Realmente nem tudo está perdido, apesar de que as evidências da vida querem nos mostrar que não. Bjos e um belo domingo!
Nanda Assis. { 3 de agosto de 2008 23:44 }
nunca deixo de sonhar, mesmo que tudo esteje perdido. sou brasileira e não desisto nunca!
bjosss...
Filipe Garcia { 4 de agosto de 2008 14:27 }
Ah, não, nem tudo está perdido. E, mesmo se estiver, o sonho reconstrói boa parte da ruína.

Abraços.