Diante do mar...


Praia do Sambaqui, Floripa, 01/MMX

De tão azul, o céu parecerá pintado
Assim... com aquele anil que traz paz
e tranquilidade àquele o vê e contempla
Abri, então, as janelas as pressas e com esperança
Fugiu para fora aquilo que chamam de medo
Também se foram bem fugazes: a tristeza e a saudade

Vou viajar! Quero voar! Resolvi apressado
Já que é tempo de grandes realizações, quiça, de felicidade
Eu fui, eu vou, com pressa, surpreso, pressuroso
Porque apesar de ser longa essa viagem
Um dia, é certo, eu chego!

[Luifel] 

Crédito da imagem: www.restaurantepitangueiras.com.br

10 commenti:

FOXX { 19 de janeiro de 2010 02:45 }
gostei
gostei
gostei
Carlos Pegurski { 19 de janeiro de 2010 20:26 }
A viagem e o poema, escapismos saudáveis, não? Abração.
Latinha { 21 de janeiro de 2010 01:20 }
Eu estive aqui... o comentário eu fiz direto para você! kkk

Abração!
[ rod ] ® { 26 de janeiro de 2010 13:11 }
O azul, que dizes, deixa as ondas do mar em translúcida sensação. Fazem da paz um algo a mais. Abs meu caro!
Thiago Ya'agob { 27 de janeiro de 2010 11:39 }
E eu também me dispo no mar. (Clarice Lispector - Um sopro de vida).

Obrigado pela visita no meu blog, Luis. És sempre bem-vindo por lá.

Interessante... muito mar. Tenho lido muito sobre mar.

Paz.
Tudo ou nada ... { 3 de fevereiro de 2010 20:58 }
Me espera que eu tbm quero chegar lá .. pq com certeza o lugar é maravilhoso,e com sua presença mais ainda
Abraços
Ariana { 4 de março de 2010 23:39 }
A viagem!
Que lugar maravilhoso imagino!

Belo post!

bjo
Thiago Ya'agob { 5 de março de 2010 08:57 }
"É difícil porque preciso repartir contigo o que sinto. O mar calmo. Mas à espreita e em suspeita. Como se tal calma não pudesse durar. Algo está sempre por acontecer". (Clarice Lispector)

....

“Diego não conhecia o mar. O pai, Santiago Kavakloff, levou-o para que descobrisse o mar. Viajaram para o sul. Ele, o mar, estava do outro lado das dunas, esperando. Quando o menino e o pai enfim alcançaram aquelas alturas de areia, depois de muito caminhar, o mar estava na frente de seus olhos. E foi tanta a imensidão do mar, e tanto seu fulgor, que o menino ficou mudo de beleza. E quando finalmente conseguiu falar, tremendo, gaguejando, pediu ao pai: – Me ajuda a olhar!” (Galeano)


...

Um ótimo final de semana, Luiz.
Paz como a imensidão do mar.
PULCRO { 8 de março de 2010 18:03 }
Viaje muito, sem rumo.
Mas saiba voltar.

Beijos,
Pulcro.
http://pulchro.blogspot.com/
[ rod ] ® { 11 de março de 2010 16:50 }
Por onde anda meu caro? Onde o março chega? rss

Abs e,


aproveito e convido-te a ler-me num novo blog que estou contribuindo às quintas-feiras!

http://confrariadostrouxas.blogspot.com/2010/03/tolo.html